Isso sim! (Trecho de um diálogo comigo, nesta semana) --------------------- - É, eu fique sabendo que você andou falando mal de nós, na Câmara... - Falando mal de quem? - De nós? - Pra quem? - Foi na Câmara. - Pra quem? Pra quem eu falei mal? - Foi na Câmara! - Fala pra quem... e vamos lá agora falar cara-a-cara... Quero ver se alguém tem coragem de repetir isso! - É porque você disse que não tem liberdade... - Ah, isso eu disse mesmo. Disse sim e vou dizer sempre. ------------------------------- ----- Algo muito interessante, neste fato, é que estávamos em três pessoas quando ocorreu o diálogo inicial, que o interlocutor faz referência, tendo como palco a Câmara de Fernandópolis. Um deles fez referência à liberdade de manifestação a respeito de políticos. Disse, inclusive, que o público identifica sem dificuldades quando uma pessoa é favorecida ou não. O outro, que entrou na sala sem ser convidado, concordou e acrescentou detalhes, tendo, inclusive, se colocado como vítima. Daí, em pouquíssimo tempo, contou à sua maneira ao interlocutor do diálogo acima, me fazendo acusações de toda ordem. Que belo! E ainda me dá o ósculo santo! --- Vou usar uma frase bem conhecida: não me aperta que eu conto! ---------------------------- Barrado I Cremon - O sr. me dá uma entrevista? Welson - Não. Pra você não dou mais entrevistas. Cremon - Por que? Welson - Porque você distorce os fatos... Você edita as reportagens. Cremon - Eu faço jornalismo. Só isso. Welson - Você editou aquela entrevista e colocou no ar só o que você queria. Eu achei isso errado. Cremon - Eu coloquei no ar apenas o que é notícia... Welson - Você deveria ter colocado a entrevista inteira! Cremon - Com 45 minutos? Welson - Sim, pra não prejudicar meu cliente. Cremon - Ora, não tenho obrigação alguma de ajudar seu cliente. Aliás, cliente algum. Welson - Então, não vou te dar mais entrevista. Cremon - Azar o seu. ----------------------
Escrito por eu mesmo às 14h59
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