Comentário sobre a edição de hoje do BOM DIA Fernandópolis
Concluímos a edição do BOM DIA Fernandópolis deste domingo às 23h23 de ontem, depois de mais de 15 horas de trabalho, sem contar o tempo da impressão na gráfica e da distribuição dos 4,5 mil exemplares da cidade, Jales e Santa Fé do Sul.
Na redação, eu, Poliane Matos, Walter Duarte, Bruna Bassan, Marco Antonio e nossa nova "conquista", Darien Santana, labutamos entre textos, imagens, legendas e créditos durante todo o sábado, parte da sexta-feira e, sem nenhuma dúvida, na madrugada toda deste domingo, concentrados no que o jornal pode oferecer ao seu leitor, aplicando pelo menos as técnicas básicas do jornalismo.
Afinal, temos uma cartilha a seguir e não podemos escapar do essencial para a transmissão de uma notícia.
Na edição de 24 páginas, quero destacar a reportagem sobre os 50 anos do Fusca no Brasil - pauta que recolhemos das idéias perolizadas de Edmilson Zanetti, editor-chefe do BOM DIA Rio Preto. Darien Santana e eu garimpamos entrevistados sensacionais, daqueles que respondem o que o gente pensa mesmo, e elaboramos um texto legal sobre a paixão que os caras têm pelo carro. Creio que esta seja a reportagem que irá marcar a vida de Darien, no início de uma longa carreira.
Também reli a matéria sobre a falta de sangue no Hemocentro de Fernandópolis. Na leitura que fiz durante a edição do jornal, confesso que não havia atentado para a gravidade do problema. Às vezes isto acontece com o editor: o texto é lido apenas em busca de erros de gramática, de digitação e da tal cartilha, mas a profundidade da informação acaba passando. Com certeza ficaremos sobre o assunto pelas próximas edições, para alertar aos leitores sobre a falta de sangue.
De outras reportagens, avalio que conseguimos dar ao leitor um conteúdo razoável de informação, daquilo que certamente será o conjunto de suas conversas com amigos e parentes neste fim de semana.
A todos, boa leitura!
Escrito por eu mesmo às 08h53
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