Blog do Jornalista Valdecir Cremon


SESSÃO PUTZ, ESSE É DEMAIS!

Classe média, média classe

Meio rica
Meio culta
Entre o que acredita ser e o que é
Meio distante, meio perto

Desde o meio, olha meio mal
Aos negros
Aos ricos
Aos sábios
Aos loucos
Aos pobres

Se escuta um Hitler
Meio que gosta
E se fala um Che
Meio também

No meio do nada, meio em que duvida
Analiza até a metade todos os feitos
E meio confusa sai as ruas com meia panela
Então meio que chega a se importar
Com os que mandam em meio as sombras

As vezes só, se dá conta
Meio tarde
Que a usaram de peão
Em um jogo de xadrez que não compreende
E que nunca vira rainha

Assim, meio raivosa
Se lamenta
De ser o meio de que outros comem
Ao meio de um meio que não entende nem meio.

------- Autora: Laura Bordiel

===> Dedico ao amigo-altruísta-sincero-camarada-gente fina - e advogado - José Pontes Jr.

 



Escrito por eu mesmo às 07h57
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DIZEM QUE SOU RANHETA

 

Mas, não.

Sou apenas um observador do cotidiano. Ando pelas ruas, falo com pessoas, leio e fotografo os movimento do dia-a-dia.

Por isso, não posso deixar de registrar a imagem de um galho de árvore "plantado" no asfalto da Rua Amadeu Bizelli, cruzamento com a Édio Alves de Oliveira, no ex-chiquééééérrrrriiiiimmo bairro Santa Helena. A foto é desta quinta-feira, dia 11 de dezembro.



Escrito por eu mesmo às 07h55
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SESSÃO VOANDO ALTO

Faz tempo que pesquiso meu sobrenome na internet. Já encontrei quase de tudo com a inscrição "Cremon", principalmente a parentela, esparramada pelo Brasil. Mas, o que me chama - e atrai - muito a atenção são imagens da Alemanha, onde há muita coisa com meu sobrenome. Li recentemente que há igrejas, bares, lojas, cigarro, bicicleta, imobiliárias, um bairro inteiro e até uma ponte construída no início do século passado, em Hamburg, que também se chama Cremon. Ela teria sido a única preservada pelos soldados russos, quando invadiram o país, no final da Segunda Guerra Mundial, em 1945.

Lendo documentos do Vaticano, traduzidos para o português também no começo do século passado, descobri Ferdnand Cremon - um padre que teria participado do primeiro concílio da Igreja pós-reforma protestante, em 1587, em Roma. deve ser o primeiro Cremon da história. Depois dele, encontrei uma penca de Cremons na Itália, principalmente em Villa Bartolomea, de onde saíram meus avós e tios do meu pai Waldomiro. Lá também há muitas coisas com o nome Cremon, em homenagem aos antepassados.

Mas, voltando a Alemanha, gravei algumas imagens para colar aqui e continuar sonhando com uma viagem a Hamburg, Bremen, Stuhr e Delmenhorst, onde há muita coisa de Cremons, inclusive uma amazona muito bonita, chamada Marianne Cremon, campeã por lá. Se for prima, deve ser assim de uns 15 mil quilômetros daqui.

Neste momento, quando estou escrevendo este texto, em Hamburg já são 05:18.

Veja as fotos de Cremon na Alemanha

Esta é uma vila chamada Cremon

Eu já telefonei neste hotel. Ninguém lá entendeu nada do que eu falava... rs rs

 

Esta lapide é uma dedicatória a um capitão da Marinha alemã, August Friedrich v. Cremon,  que morreu em 1719, e que certamente era alguém importante por la.

Esta é a fachada do hotel. Se um dia eu puder ir lá, vou me hospedar nele... rs rs

Este, à direita, é o ilustre capitão August Friedrich v. Cremon, que recebeu as homenagens.

Bom, é isto. Tem Cremon até no país da Volkswagen.

É só. 



Escrito por eu mesmo às 00h24
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SESSÃO BURAQUEANDO

- Estava tranquilo, outro dia, e resolvi pesquisar no Google a palavra "bueiro", para ver em quantos sites ainda há postagem daquele doido de Fernandópolis que entalou a cabeça em um, na rua Espírito Santo, em julho do ano passado. Para minha surpresa, ainda encontrei um punhado de sites com fotos e vídeos da panaquice.

Se também estiver sem fazer nada, entre em alguns destes:

www.pulgadigital.blogspot.com www.posmidiaepoder.zip.net www.verdadeabsoluta.net www.adrenaline.com.br www.mteruel.zip.net

www.andreilus.blogspot.com e www.mestrejoel.com.br



Escrito por eu mesmo às 23h51
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Manchetes que merecem ser manchete

Folheando jornais, buraqueando a internet ou ouvindo rádio é sempre possível colher pérolas do jornalismo. Algumas mais valiosas. Outras nem tanto. Mas todas com seu fundo de importância para o mundo da notícia.

Vamos a algumas dos últimos dias:

 - Polícia Militar envia caminhão de solidariedade à Santa Catarina

 Perguntas:

  • a) Seria mesmo um caminhão de solidariedade?
  • b) O que aquela crase estaria fazendo naquele a?

 - Ex-prefeito Jaime Fiomaro é condenado a 2 anos de prisão pela Justiça

 Perguntas:

  • a) Ex-prefeito de Londres, Bauru, Sucupira ou Guapiaçu?
  • b) Se foi condenado, não seria exatamente pela Justiça?

 - Afino no trato entre poderes, garante pagamento do funcionalismo sem mais atrasos

 Perguntas:

  • a) "Afino"? O que significa?
  • b) Por que a vírgula?
  • c) "Do funcionalismo"? Não seria "de funcionalismo"?

 Texto parcialmente jornalístico:

 "Durante as últimas eleições o ex-prefeito e candidato usou como slogam que era um candidato de ficha limpa perante a Justiça. E se fosse suja então."

 Observações:

- A "reportagem" anuncia que o tal ex-prefeito foi condenado em um processo judicial e que responde a uma penca de acusações.

Até aí tudo bem.

Seria melhor se o dito-cujo tivesse sido pelo menos procurado pelo "repórter" para falar sobre o assunto e se o texto não fosse tão tendencioso.

Seria ótimo se também as vírgulas e conclusão de orações estivessem corretas. Agora, seria excelente se também "slogan" não tivesse sido escrito com "m".

Um brinco se o "redator" não tivesse tentado agradar o patrão ao fechar o texto com a pérola "E se fosse suja então" (sem a interrogação).



Escrito por eu mesmo às 15h30
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OBSERVAÇÕES DE UMA TERÇA-FEIRA QUALQUER

 

Nesta segunda-feira, uma cena chamou a minha atenção em Malhação, da TV Globo. Uma briga entre três rapazes foi muito bem feita, com grande realismo dos atores, inclusive o sangramento no rosto, nos braços e na cabeça. Uma encenação de violência pra ninguém botar defeito.

Pouco tempo depois, no Jornal Nacional, uma reportagem abordava a violência no país, com a marca de 137 mortes por dia no país.

 

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Os jornais da região erraram feio na reportagem do assalto praticado por uma dupla vestida com roupas de palhaços, em Rio Preto. A tentativa de dar mais interesse ao fato levou os redatores a colocar na manchete que o assalto foi praticado por palhaços, quando o correto seria assaltantes.

 

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O jornalista Paulo Boaventura conta os dias para completar o milésimo programa na Rádio Mais FM, até o final deste ano.

 

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Em janeiro começa a circular o jornal Bom Dia Fernandópolis, resultado da fusão entre a Folha de Fernandópolis e a Rede Bom Dia, formada por jornais que circulam em Rio Preto, Bauru, Jundiaí e Sorocaba.

 

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Uma série de reportagens do jornal O Globo marca a passagem dos 40 anos do AI-5, neste 13 de dezembro. A primeira traz a sacada do jornalista Chico Octávio, com o título "o traje civil da ditadura militar".

 

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Mais do que nunca acredito que a formação de jornalistas não acontece nos bancos de faculdades, nem no ambiente universitário e muito menos pelas regras ditadas pela Fenaj. Jornalismo é dom. Quem tem tem e pronto. Além disso, carece apenas de uma boa ortografia e bom senso.



Escrito por eu mesmo às 10h59
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APRENDENDO COM O TEMPO

- Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. (5 anos)

- Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (8 anos)

- Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. (9 anos)

- Aprendi que se pode estar apaixonado por 4 garotas ao mesmo tempo. (9 anos)

- Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. (11 anos)

- Aprendi que se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. (11 anos)

- Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. (13 anos)

- Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. (15 anos)

- Aprendi que os grandes problemas sempre começam pequenos. (20 anos)

- Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. (25 anos)

- Aprendi que se pode fazer num instante algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. (28 anos)

- Aprendi que para todo o lugar que vou, os piores motoristas me seguem. (29 anos)

- Aprendi que casais que não tem filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. (29 anos)

- Aprendi que é mais fácil fazer amigo do que se livrar dele. (30 anos)

- Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. (33 anos)

- Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. (34 anos)

- Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados. (36 anos)

- Aprendi que se quiser ser convidado a festas, tenho que dá-las. (38 anos)

- Aprendi que toda a vez que estou viajando gostaria de estar em casa e toda vez que estou em casa gostaria de estar viajando. (38 anos)

- Aprendi que a época que preciso realmente de férias é justamente quando acabei de voltar delas. (38 anos)

- Aprendi que nunca se conhece bem os amigos até que se tire férias com eles. (41 anos)

- Aprendi que se você está levando uma vida sem fracassos, você não está correndo riscos o suficiente. (42 anos)

- Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. (42 anos)

- Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia simplesmente mandando-lhe um pequeno cartão. (44 anos)

- Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional a espessura das toalhas. (46 anos)

- Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. (47 anos)

- Aprendi que se você cuidar bem de seus empregados, eles cuidarão bem e seus clientes. (49 anos)

- Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. (51 anos)

- Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. (54 anos)

- Aprendi que é impossível tirar férias sem engordar cinco quilos. (55 anos)

- Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. (63 anos)

- Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. (63 anos)

- Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo, nunca acontecem. (64 anos)

- Aprendi que todas as pessoas que dizem que "dinheiro não é tudo" geralmente tem muito. (66 anos)

- Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. (67 anos)

- Aprendi que nunca você deve ir para cama sem resolver uma briga. (71 anos)

- Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. (72 anos)

- Aprendi que envelhecer é importante se você é um queijo. (76 anos)

- Aprendi que te amei menos do que deveria. (91 anos)

- Aprendi que tenho muito a aprender. (92 anos)



Escrito por eu mesmo às 09h53
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